Mentirinhas #671 - Mentirinhas

22 de julho, 2014 Postado em: Mentirinhas

mentirinhas_661Certeza que é amiga da Segunda.

 

comentários

16 Comentários

  • Ricardo da Facul disse:

    Essa bandida de cor verde e chifres já me atazanou muito minha vidinha e ainda me azucrina.
    Com certeza é a melhor amiga da Segunda!!!!

  • Lita disse:

    Relaxa… vai no seu tempo…. escolha com calma…. Opa! Escolha errada…. e lá vem a Culpa esganar a Vidinha…. com direito a choro e ranger de dentes… devia ter pensado mais um pouco, tá vendo?! hahahaha

  • Marechal disse:

    Não entendi… (sou um psicopata e não sinto culpa nem remorso).

  • Caio Barros disse:

    Ultimamente ando sentando o pé na culpa e fazendo tudo do meu jeito e sem arrependimentos. Afinal, no final todos vamos para um lugar só :p

  • Bruno disse:

    Mais um monstro maldito no arsenal do Coala. : ( estamos todos perdidos, a culpa nos corroerá.

  • GuilhermeCA disse:

    “Percorra qualquer caminho no jardim de Destino e você terá de escolher, não uma mas muitas vezes. As trilhas se bifurcam e se dividem. A cada passo que você dá neste jardim você faz uma escolha e cada escolha determina rumos futuros. Contudo, ao final de toda uma vida caminhando você poderia olhar para trás e ver apenas um caminho…ou olhar adiante e ver somente escuridão. Ás vezes você sonha com as estradas de Destino e especula sem propósito nenhum, sonha com os passos dados e com os que não deu.” (Neil Gaiman)
    Foi mal pelo texto gigante, mas essa tirinha me lembrou disso.

    • Fex disse:

      Este texto é o mais fantástico de toda a saga Sandman.

      É o início da Estação das Brumas. 🙂

    • Ateu, e daí? disse:

      Me lembrou o poema “A estada não trilhada”, de Robert Frost, no qual o Gaiman provavelmente se inspirou pra escrever esse texto:

      Num bosque, em pleno outono, a estrada bifurcou-se,
      mas, sendo um só, só um caminho eu tomaria.
      Assim, por longo tempo eu ali me detive,
      e um deles observei até um longe declive
      no qual, dobrando, desaparecia…

      Porém tomei o outro, igualmente viável,
      e tendo mesmo um atrativo especial,
      pois mais ramos possuía e talvez mais capim,
      embora, quanto a isso, o caminhar, no fim,
      os tivesse marcado por igual.

      E ambos, nessa manhã, jaziam recobertos
      de folhas que nenhum pisar enegrecera.
      O primeiro deixei, oh, para um outro dia!
      E, intuindo que um caminho outro caminho gera,
      duvidei se algum dia eu voltaria.

      Isto eu hei de contar mais tarde, num suspiro,
      nalgum tempo ou lugar desta jornada extensa:
      a estrada divergiu naquele bosque – e eu
      segui pela que mais ínvia me pareceu,
      e foi o que fez toda a diferença.

  • Robson disse:

    pressionado? não, imagina (sarcasmo)

  • Jacqueline Abreu disse:

    Coala, você resumiu como me sinto nessas situações.

  • Luan Francisco dos Santos Oliveira disse:

    Sem problemas! Se dos erros eu tirar boas lembranças e lições, e não me arrepender delas entendendo que é um ciclo que não foi totalmente um desperdício, a culpa não terá forças pra atacar a minha vidinha.

    • Frater disse:

      Esse é parente do Monstro ou deve viver agarrado com ele!

      Também ando com uma outra parceria: a ESPERANÇA…
      Ela sempre me diz: “vai que dá certo!” rsrsrsrsrsrsrs

  • Aline Tomaz disse:

    A vidinha é tão linda!!!

  • Sergio disse:

    A culpa e o primo de primeiro grau dela, o Arrependimento

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